Abra-te a mim
Esses últimos dias foram realmente decisivos para eu poder compreender o que está havendo comigo. O que está se passando ao meu redor. Pra isso, foi necessário que eu investigasse uma vida. Tomasse contato com detalhes que já estavam adormecidos em um passado remoto. Acordar-lhes fez muito mal. Mas às vezes um bom acerto de contas com o passado, talvez, seja o único remédio para livrar-mo-nos dele de uma vez. Tratou-se de uma investigação consentida, nada de invasão ou qualquer outra inconviniência egoísta. A vida e sua história abriram se pra mim em forma de relato, de drama, tragédia. Assistí-la me deixou hora comovido, hora indignado e pude, à minha maneira, expressar tudo isso.
O medo, o temor da perda são constantes em nossas vidas. Principalmente porque são espectros reais, que de quando em quando se aproximam, depois se afastam. Para destruir esses fantamas será necessário muita união, cumplicidade, sagacidade, honestidade, sinceridade e, claro, amor.
Penso estarmos construindo essa receita. O que andei lendo por esses dias me fez crer muito nisso. Penso estarmos no caminho certo.
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