4 de julho de 2008

Bruno

Há muitos anos luto
por um mundo justo e sem opressão,
pelo fim do lucro e da exploração.

Acredito na liberdade e na democracia,
mas sem esquecer
que enquanto houver o domínio da burguesia,
esses desejos não passarão de utopia.

Não sou patriota, não sou cidadão,
pertenço aquela classe,
que pertence ao peão, ao professor
e ao operário-padrão.

Por que defender uma pátria,
que há muito tem dono?
qual seja o imperialismo, os banqueiros,
os ricaços e seu governo mórdomo.

Por um período titubiei,
por caminhos errantes optei,
mas pro caminho da revolução,
certo dia retornei.

Hoje em dia, pertenço a resistência,
seja popular ou do saber,
o que me importa é amar, resistir e lutar,
sem nunca esmorecer,
por ora, esse é o Bruno, que apresento a "ocê"!

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