Carta I
Vamos deixar a natureza guiar as nossas decisões. De que outra maneira eu poderia querer iniciar esta carta? Tão entre-nós-dois. Aparentemente pública, mas em sua essência tão íntima. É assim que tem sido. Preciso te dizer, uma vez mais e sempre direi: não se trata de uma aventura, um fetiche ou qualquer coisa do tipo, Não! Afirmarei isso sempre e mil vezes: que te adoro demais, te quero comigo... enfim, estoy enamorado de ti! Mas vamos voltar por um instante ao início. Todas as conversas que tivemos sempre direcionaram a um só destino: la pasión!
Desde tudo que trocamos, seja carinho, palavras, mirates...
agora é a minha vez de te confessar algo. A nossa paixão não tem toques, calor ou sexo. A nossa paixão é surreal. A nossa paixão é mental. Seja visual ou baseada numa troca alucinante e carregada de palavras sinceras que expressam com exatidão toda a natureza de uma paixão inexplicável, inconfessável e inexorável. Mas que você e eu aprendemos a compreendê-la e a sermos fiéis depositários dela.
(adaptação do manuscrito na madrugada do dia 5 para o dia 6 de janeiro de 2008, pois a carta original é impublicável no presente momento).
Vamos deixar a natureza guiar as nossas decisões. De que outra maneira eu poderia querer iniciar esta carta? Tão entre-nós-dois. Aparentemente pública, mas em sua essência tão íntima. É assim que tem sido. Preciso te dizer, uma vez mais e sempre direi: não se trata de uma aventura, um fetiche ou qualquer coisa do tipo, Não! Afirmarei isso sempre e mil vezes: que te adoro demais, te quero comigo... enfim, estoy enamorado de ti! Mas vamos voltar por um instante ao início. Todas as conversas que tivemos sempre direcionaram a um só destino: la pasión!
Desde tudo que trocamos, seja carinho, palavras, mirates...
agora é a minha vez de te confessar algo. A nossa paixão não tem toques, calor ou sexo. A nossa paixão é surreal. A nossa paixão é mental. Seja visual ou baseada numa troca alucinante e carregada de palavras sinceras que expressam com exatidão toda a natureza de uma paixão inexplicável, inconfessável e inexorável. Mas que você e eu aprendemos a compreendê-la e a sermos fiéis depositários dela.
(adaptação do manuscrito na madrugada do dia 5 para o dia 6 de janeiro de 2008, pois a carta original é impublicável no presente momento).
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